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terça-feira, 21 de junho de 2016
Paraty te, sim, muito o que comemorar!!!
Com mais de um século de história, a Banda Santa Cecília é um patrimônio artístico e histórico de Paraty, e, na noite desta Sexta-feira, 17 de junho de 2016, o prefeito Casé e seus parceiros estão entregando a nova sede da banda. O prédio foi totalmente reformado, a Inauguração contou com a presença de várias autoridades, personalidades e lideranças, todos muitos emocionados, em especial, o prefeito Casé, que ainda deu uma palinha na banda.
domingo, 21 de junho de 2015
Inauguração da Energia na Ponta Grossa
| Vidal, Fabiano, Sabiá e Casé |
Os moradores da comunidade
costeira da Ponta Grossa fizeram festa na tarde da última sexta-feira (19 de
junho de 2015), na recepção ao Prefeito Casé, vereadores, autoridades e seus
convidados, que foram até aquela comunidade inaugurar as obras de eletrificação
do Programa Luz Para Todos. Depois
de anos de espera a Prefeitura de Paraty (Casé) em parceria com o governo
federal, leva energia as residências daquela comunidade, realizando o tão
sonhado acesso a energia elétrica, beneficiando diretamente cerca de 100
famílias de caiçaras, tirando da escuridão e melhorando as condições de vida
daquela localidade. Aposentando de vez os “geradores a diesel”. A solenidade
reuniu na comunidade o Prefeito, Vereadores e outras lideranças políticas. Ao
final da solenidade, o Prefeito Casé, convidou os líderes e representante da
comunidade, “Sabiá e Fabiano” para acenderem simbolicamente uma lâmpada ali
no palco. Muitos aplausos! Momento histórico carregado de emoção. Logo a seguir
a comunidade ofereceu um almoço para os convidados, como não poderia deixar de
ser, foi servido, pirão de peixe e bobó de camarão.
Em conversa com um
morador da localidade, a mudança será grande para ele e seus filhos. “Não
precisar mais usar óleo diesel para iluminar a casa, aposentar o velho gerador,
que consumia cerca de R$ 500 reais e o rádio de pilha vai ser muito bom”,
comemora.
Todo esse envolvimento
para que a energia pudesse chegar à comunidade, a concessionária Ampla, que
executou a obra, informou que foram utilizados 9,4 km de cabos, 207 postes e
nove transformadores, com um investimento de R$ 3,2 milhões.
Além do Sono e Ponta
Grossa, as próximas comunidades a receberem energia elétrica são Mamanguá e
Enseada da Cajaíba (Pouso, Calhaus e redondeza). Serão investidos
aproximadamente R$ 16 milhões em toda a região costeira, beneficiando assim,
aproximadamente três mil famílias de caiçaras.
Segundo o Prefeito Casé
a dificuldade foi muito grande, mais com diálogo e muito entendimento, entre os
órgãos ambientais, comunidade costeira e o governo federal, podemos hoje
presenciar mais esta conquista, que só foi possível porque perseveramos.
quinta-feira, 28 de maio de 2015
Violência Gratuita - Uma pedrada na sociedade!!!
Em primeiro lugar, eu
condeno todos os tipos de violência. Confesso, apesar de muitas vezes falar mal
e esbravejar no meio de discussões acaloradas, sou um cara pacífico.
Existem coisas que não
se justificam, uma delas é a violência gratuita!
Você não gosta do
verde, nem por isso deve sair por aí cometendo atos violentos contra todos que
se vestem de verde!
Se
você não gosta, lembre-se, existe sempre alguém que gosta.
Cada um com sua opinião. Seja qual for ela!
Não concordo que a
violência seja a melhor solução para nada. Um dos meus lemas é a frase do
Poeta, Pensador e Pastor John Donne: “A morte de cada homem diminui-me, pois
faço parte da humanidade; eis porque nunca me pergunto por quem dobramos o
sino: é por mim”. Não acho que nenhum dos seres humanos “mereceu” ou “merecem” sofrer
um atentado.
Como a sociedade
brasileira mudou e vivemos novos tempos a população merece, imediatamente,
explicações concretas para os lamentáveis episódios acontecidos muito
recentemente. Não preciso citar todos ou em parte, porque a população sabe e
acompanhou de perto todos estes casos através dos meios de comunicações:
Jornais, revistas, televisão, rádio e internet.
Transparência absoluta
e providências duríssimas para os culpados sejam de que lado for, é o que exige
a população paratiense. Afinal, como exemplo é maior que mil palavras, no caso
em questão, estamos aguardando a soluções definitivas e concretas.
Depois não adianta
lamentarmos o que hoje está acontecendo em Paraty, afinal, impunidade e violência só geram violência.
Nada justifica um
atentado, mas é certo que algumas motivações para estes acontecimentos chocam a
sociedade por serem banais ou repugnantes. Como aconteceu a pouco em nossa
cidade.
Recentemente li um
artigo do Padre Paulo Ricardo uma referência ao Papa Bento XVI antes de sua
renuncia. Neste artigo Paulo Ricardo comentava que, segundo o Papa, a violência
se origina na violação da consciência. Ao se violar a consciência, que nos
indica o que é certo e o que errado, o indivíduo não tem mais nada que possa
frear o seu ímpeto, passando então da violência psicológica á violência física.
A violência é a
incapacidade de se colocar no lugar do outro. É a falsa concepção de
superioridade; é achar-se arbitro da justiça e tentar fazê-la com as próprias
mãos. É a incapacidade de respeitar a individualidade do outro. A violência é
egoísta, é gratuita, não tem um objetivo justo.
Sabendo que a violência
se origina na mente, cabe a nós deletá-la antes que ela se materialize numa
violência física. É por isso que o Sermão da Montanha (Mateus Capítulos 5,6 e 7)
Jesus nos ensina a controlar as nossas emoções explicando que a vontade pode
ser tão pecaminosa quanto a ação.
Pensemos sobre isso e
analisemos nossas atitudes e também nossas vontades.
“Porque do interior do
coração dos homens saem os maus pensamentos, os adultérios, as fornicações, os
homicídios.” (Marcos 7:21)
terça-feira, 12 de maio de 2015
Obra enterrada dá voto sim!!!
“Investir em saneamento é, em suma,
investir em saúde pública. Prefiro enterrar canos a enterrar crianças”. Forte,
Contundente, Verdadeira. A frase foi dita pelo inesquecível Governador Mário
Covas.
Existe a idéia de que obra enterrada não dá voto e
os governos acabam priorizando outros setores. Por isso, os avanços em
saneamento são lentos. Pesquisas mostram que se o País investisse de R$ 15 a R$
17 bilhões por ano, em 2030 todos os brasileiros teriam acesso a esgoto e água
tratada. Entretanto, o investimento atual está entre R$ 7 e R$ 8 bilhões por
ano. Nesse ritmo, a questão só seria resolvida em 2060.
Depois
de articular politicamente a aprovação com a Câmara de Vereadores, assinatura
de contrato e as verbas necessárias, a gestão do governo Casé. Desafiando o senso comum de que obra
enterrada não dá voto. Paraty em breve, será do time das cidades
brasileiras que podem se orgulhar de contar com esses benefícios. Há mais de ano iniciaram-se as obras do novo sistema
de esgotamento sanitário e água tratada, a cargo da PPP - Parceria Pública
Privada “Águas do Brasil/Paraty”. A princípio existe para a população o
incômodo das interdições de ruas, demolição de calçadas, escavação de valas,
etc, mas no futuro os benefícios para a população de nossa cidade serão
incomensuráveis. Será uma obra que ficará enterrada, que ninguém vai ver,
entretanto será a obra que dará orgulho ao povo paratiense, porque permitirá
nosso município galgar um índice melhor de desenvolvimento humano (IDH),
refletindo como um município que pensa nas gerações futuras, um lugar bom de
viver, livre de esgotos a céu aberto e de doenças relacionadas com a poluição e
falta de água tratada.
sexta-feira, 17 de abril de 2015
Maquiavel ensina
Por que ler?
Para entender a política – e
por que algumas pessoas são o que são.
“Os fins justificam os meios, frase que
não consta no livro o “Príncipe” e que nunca foi escrita por Nicolau Maquiavel,
se tornou o melhor resumo do seu pensamento. Com um adendo importante: a
política talvez seja um fim em si mesma”.
De que modo escapar aos aduladores Tem
muito governo, político e executivos que são cercados por assessores
despreparados que temem dar conselhos e dizer a verdade em determinados
momentos.
O poder exerce tanta influência na vida
de um governante que às vezes ele acaba cegando os olhos para a realidade e
tomando decisões erradas.
O texto a seguir, escrito por Maquiavel
em 1513, está atualizado e serve para a nossa realidade. É uma leitura
indispensável para os profissionais de marketing político e auxiliares diretos
(Secretários, Diretores): Não quero deixar de tratar de um ponto importante, de
um erro do qual os príncipes (governantes) só com muita dificuldade se
defendem, se não são de extrema prudência ou se não fazem boa escolha.
Refiro-me aos aduladores, dos quais as cortes
estão repletas, dado que os homens se comprazem tanto nas suas coisas próprias
e de tal modo se iludem, que com dificuldade se defendem desta peste e,
querendo defender-se, há o perigo de tornar-se menosprezado.
Não há outro meio de guardar-se da adulação,
a não ser fazendo com que os homens entendam que não te ofendem dizendo a
verdade; mas, quando todos podem dizer-te a verdade, passam a faltar-te com a
reverência.
Portanto, um príncipe (governante)
prudente deve proceder por uma terceira maneira, escolhendo em seu Estado
homens sábios e somente a eles deve dar a liberdade de falar-lhe à verdade
daquilo que ele pergunte e nada mais.
Deve consultá-los sobre todos os
assuntos e ouvir as suas opiniões; depois, de liberar por si, a seu modo, e,
com estes conselhos e com cada um deles, portar-se de forma que todos
compreendam que quanto mais livremente falarem, tanto mais facilmente serão
aceitas suas opiniões. Fora aqueles, não querer ouvir ninguém, seguir a
deliberação adotada e ser obstinado nas suas decisões. Quem procede por outra
forma, ou é precipitado pelos aduladores, ou muda freqüentemente de opinião
pela variedade dos pareceres; daí resulta a sua desestima.
Quero, a este propósito, aduzir um
exemplo atual. Pe. Lucas, homem do atual Imperador Maximiliano, falando de Sua
Majestade, disse que ele não se aconselhava com ninguém e não fazia nada a seu
modo; isso resultava de ter costume contrário ao acima exposto. Porque o
Imperador é homem discreto, não comunica a ninguém os seus desígnios, não pede
parecer; mas, como ao serem postos em prática começam a ser conhecidos e
descobertos, começam, a ser contrariados por aqueles que o cercam, e ele, como
é homem de opinião fraca, os desfaz.
Dai resulta que as coisas que faz num
dia são destruídas no outro e que não se entenda nunca o que ele quer ou o que
deseja fazer, não podendo pessoa alguma basear-se em suas deliberações.
Um príncipe, portanto, deve
aconselhar-se sempre, mas quando ele queira e não quando os outros desejem;
antes, deve tolher a todos o desejo de aconselhar-lhe alguma coisa sem que ele
venha a pedir.
Mas deve ser grande perguntador e,
depois, acerca das coisas perguntadas, paciente ouvinte da verdade; antes,
notando que alguém por algum respeito não lhe diga a verdade, deve mostrar
aborrecimento.
Há muitos que entendem que o príncipe
que dá de si opinião de prudente, seja assim considerado não pela sua natureza,
mas pelos bons conselhos que o rodeiam, porém, sem dúvida alguma, estão
enganados, eis que esta é uma regra geral que nunca falha: um príncipe que não
seja sábio por si mesmo, não pode ser bem aconselhado, a menos que por acaso
confiasse em um só que de todo o governasse e fosse homem de extrema prudência.
Este caso poderia bem acontecer, mas
duraria pouco, porque aquele que efetivamente governasse, em pouco tempo lhe
tomaria o Estado; mas, aconselhando-se com mais de um, um príncipe que não seja
sábio, não terá nunca os conselhos uniformes e não saberá por si mesmo
harmonizá-los.
Cada conselheiro pensará por si e ele
não saberá corrigi-los nem inteirar-se do assunto. E não é possível encontrar
conselheiros diferentes, porque os homens sempre serão maus se por uma
necessidade não forem tornados bons. Conseqüentemente
se conclui que os bons conselhos, venham de onde vierem, devem nascer da
prudência do príncipe, e não a prudência do príncipe resultar dos bons
conselhos.
Texto extraído na íntegra do livro O
príncipe - Maquiavel - Cap XXIII
Farinha pouca meu pirão primeiro
O processo de nomeação,
como não tem limites, permite o Executivo “Presidente, Governador, Prefeito” usar
nomeações para cooptar partidos políticos, a nível "Federal, Estadual e
Municipal". Isso é feito para garantir vida mansa para o chefe do Executivo, mas
destrói o caráter partidário dos partidos no Legislativo. O interesse por
cargos traz prejuízo à representativa e à relevância dos partidos e causa
devastação na eficiência administrativa. O agente público vira agente
partidário. Portanto a escolha tem que ter critérios:
Uma das funções profissionais mais delicadas é de assessor.
Um bom assessor pode qualificar as ações do assessorado ou
simplesmente liquidá-lo.
Um dos grandes problemas que surge na relação assessor/assessorado
é quando o primeiro quer ser "maior" ou mais importante do que o
segundo.
É muito comum ver assessores com o que chamo "Complexo de
Autoridade".
Um assessor com este complexo sofre porque queria estar no lugar
do assessorado, mas, por algum motivo ao longo da vida, não conseguiu se tonar
a autoridade que um dia sonhou ser.
Assessores desse tipo acabam atrapalhando e mesmo afugentando as
pessoas da autoridade ou liderança que assessora.
A rigor, o assessor é um funcionário, um servidor de alguma pessoa
hierarquicamente subordinado, logo não possui competência para decidir ou falar
em nome do "chefe".
Entretanto, há alguns assessores que se esquecem desta realidade e
acabam tentando confundir-se com o assessorado, causando todo tipo de
transtorno.
Outro erro capital cometido por alguns assessores é crise de
ciúmes. Essa é de lascar!
É aquele tipo de assessor que esconde o assessorado com receio de
perder a amizade, gosto, respeito e sei mais o quê do chefe.
Ao esconder o chefe, o assessor pensa estar preservando-o. Grave
erro!
Um assessor seguro da sua competência não fica com medo de perder
o "amor" do assessorado. Pelo contrário, deve sempre que possível
fazer com que o chefe esteja disponível para as pessoas, aberto a novos
contatos e novas relações políticas, sociais, profissionais etc.
Ao "blindar" o chefe de novas relações, além de se
tornar uma pessoa antipática aos olhos dos outros, esse tipo de assessor acaba
contaminando o assessorado com a sua antipatia.
Isso tudo sem falar que um assessor com estas características
sofre de um sério transtorno de personalidade, revelando fraqueza e claro viés
de incompetência por trás de uma autoridade e poder aparente.
Um bom assessor deve ser um aglutinador, um hábil profissional na
arte das relações pessoais e um ótimo "ouvidor", tanto do chefe
quanto das pessoas que procuram algum contato com o mesmo.
"Esse cara se acha"; "Esse cara vai acabar com o
chefe dele"; Quem não já ouviu frases como estas sobre determinados
assessores?
Pois é. Isso é mais comum do que se pode imaginar.
Por fim, você que é assessor de alguma autoridade, seja político,
empresário, gestor público etc, lembre-se:
ü
Nunca
queira ser mais importante do que o seu chefe;
ü
Não
esconda seu assessorado das pessoas;
ü
Não
tenha medo de dizer aquilo que o chefe precisa ouvir, mesmo que ele não se
agrade com a verdade.
ü
Assessor
também tem o direito de dizer "não";
ü
Não
caia no conto popular de que "é melhor puxar saco do puxar carroça";
ü
Um
líder de verdade não gosta de puxa-sacos e bajuladores.
É isso.
PS: Este artigo é um exercício de reflexão profissional e político, qualquer semelhança com algum caso na realidade é mera coincidência.
No próximo artigo vamos falar sobre o livro o Príncipe de Maquiavel, que trata do mesmo assunto.
PS: Este artigo é um exercício de reflexão profissional e político, qualquer semelhança com algum caso na realidade é mera coincidência.
No próximo artigo vamos falar sobre o livro o Príncipe de Maquiavel, que trata do mesmo assunto.
terça-feira, 16 de julho de 2013
FATU - Festival de Aventura, Turismo e Sustentabilidade
O FATU é o primeiro
evento audiovisual dedicado aos temas Aventura, Turismo e Sustentabilidade, sendo produzido desde 2004.
Em
2013, em sua nona edição, o FATU -
Festival Brasileiro de Filmes de Turismo, Aventura e Sustentabilidade, entra
em nova fase, em busca de expansão internacional. E para isto migra para a
cidade que é sinônimo de turismo no Brasil, a encantadora Paraty, no litoral do
Rio de Janeiro.
O FATU atinge público de todas as classes sociais. Público nacional que viaja e consome produtos de moda, conforto e tecnologia.
A escolha de Paraty é a mais natural possível, pois a região é uma das mais belas do continente, pólo de esportes de aventura e de ecoturismo, além das tradições caiçaras e náuticas. E a cidade sempre teve uma relação íntima com o cinema brasileiro. Agora o festival se instala definitivamente entre as montanhas e mar.
Para ser verdadeiramente sustentável o festival é Carbono Zero, ou seja, compensa as emissões geradas em sua produção. Mas não é só isto que torna um festival verdadeiramente sustentável. Ele tem que nascer de dentro, ser do povo, e depois tomar dimensões internacionais.
AÇÕES LOCAIS: este é um dos únicos, senão o único, festival brasileiro no qual a juventude da comunidade é treinada, produz filmes, e participa da mostra competitiva, na categoria juvenil-escolas. Para isto as escolas da cidade são convidadas e participam gratuitamente.
AÇÕES NACIONAIS: o FATU é o Ponto de Encontro da Produção Audiovisual Brasileira destes Temas, Aventura, Turismo e Sustentabilidade. Desde a primeira edição o FATU convida os diretores, produtores, atores e personagens dos filmes a participarem de debates, oficinas e eventos paralelos a exibição de seus filmes, proporcionando um ambiente para troca de informações, técnicas, e intercâmbio profissional. Pessoas do público, com profissionais de diversas áreas, estudantes e interessados nos temas do FATU também participam destas atividades gratuitamente. Não apenas gente do cinema, mas também da TV. O Globo Repórter, SBT Repórter, Repórter Record já tiveram produções premiadas no FATU. O FATU premia em 12 categorias.
AÇÕES INTERNACIONAIS: A cada edição um país é convidado para participar, exibindo seus filmes dos temas do festival, e assim polinizando boas ideias e abrindo caminho para co-produções internacionais.
OBJETIVOS: Incentivar o turismo nacional; fomentar a produção de novos filmes de Aventura, Turismo e Sustentabilidade, amadores e profissionais; formar novos profissionais na área; promover o contato dos cineastas destes gêneros com o público brasileiro; ajudar as comunidades brasileiras a desenvolver turismo sustentável; dando a elas bons exemplos através dos filmes de Aventura, Turismo e Sustentabilidade, polinizando boas ideias aplicadas em outras regiões do Brasil e do Mundo; são alguns dos objetivos do FATU.
ENBLOG 2.0: Mais do que exibição de filmes, o FATU é projetado para ser um verdadeiro festival de turismo brasileiro. Para isto, além da exibição e ações audiovisuais, acontece paralelamente a segunda edição do Encontro Nacional de BLOGueiros, o ENBLOG 2.O. Este evento reúne os mais importantes blogueiros do país, formadores de opinião, e seguidos por milhares de turistas no Brasil e pelo Mundo afora.
O ENBLOG 2.0 acontece em Paraty em harmonia com o IX FATU. Entre os debates do encontro, aos blogueiros serão oferecidos diversas atividades e experiências na região, para poderem experimentar a Paraty turística.
DATAS:
· Inscrições abertas: cineastas amadores e profissionais de todo Brasil podem participar inscrevendo seus filmes gratuitamente até 31 de julho de 2013, pelo site www.fatu.com.br.
· Oficinas de vídeo: para as escolas de Paraty: de Agosto a outubro de 2013.
· Nona edição do FATU - Festival Brasileiro de Filmes de Turismo, Aventura e Sustentabilidade: de 9 a 12 de outubro de 2013, na Praça Matriz e outros lugares de apoio, no Centro Histórico de Paraty, RJ.
· ENBLOG 2.0 – Segundo Encontro Nacional de Blogueiros de Turismo, Sustentabilidade e Aventura: de 11 a 12 de outubro de 2013. Mas os blogueiros estão convidados para participar do FATU desde o dia 9 de outubro.
Yuri e Vera Sanada
Patrocínio: Prefeitura Municipal de Paraty.
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