Seguidores

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Deputado Federal Walney Rocha



walneyrocha


Walney Rocha, com nosso voto e apoio foi um dos (07) sete Deputados Federais mais votados em Paraty nas últimas eleições.  Por esta razão estamos divulgando seu site Walney Rocha - Deputado Federal para que a população de Paraty tenha acesso aos seus projetos e pronunciamentos defendidos por ele no Congresso Nacional.

Palavra do Deputado

 

É com o coração repleto de alegria que inauguramos esse site
Walney Rocha - Deputado Federal que tem como propósito esclarecer e informar os cidadãos acerca dos fatos, discussões e decisões relevantes para a sociedade brasileira no Congresso Nacional.
Agradeço a Deus pela oportunidade de representar essa gente tão honesta e trabalhadora na Câmara dos Deputados, e peço diariamente a Ele a força e a coragem necessária para defender os interesses de nosso povo de forma justa e sensível aos graves problemas sociais que enfrentamos.
A partir de agora temos mais um canal de contato que nos aproxima, estabelecendo uma relação direta do eleitor com seu representante no Parlamento Nacional.
Desde já agradecemos as visitas, elogios, críticas e sugestões que sem dúvidas contribuirão fortemente para o engrandecimento de nosso mandato e nossa participação na Câmara dos Deputados.
Contem sempre comigo agora aqui em Brasília, e fiquem todos com a benção do nosso poderoso Deus.


Informativo de Prestação de contas de 180 dias do Deputado Federal Walney Rocha. Edição especial de agosto de 2011.

Walney Rocha.pdf   Visualizar   Baixar  

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Mais um rombo para o cofre público.




O que a Prefeitura não mostra, nós mostramos, licitações, contratos, convênios. Dentre as muitas chagas que assolam a Prefeitura de Paraty. Uma que está bem visível é a febre do aluguel. Alugam com preços exorbitantes casas, carros, máquinas e até cais flutuante, só não alugam plutônio porque é proibido e difícil de encontrar.

O contrato firmado entre a Prefeitura e a empresa Infrapar Obras de Infraestrutura Ltda. No valor global de R$ 225.600,00 por apenas (08) meses, publicado na imprensa oficial do município, o Jornal Diário do Vale, conforme publicação acima.


As peças colocadas na cabeceira do cais não estão servindo nem para as pequenas baleeiras, nem tampouco para as escunas, de acordo com informações dos proprietários destas embarcações, provavelmente será bem usada pelas lanchas luxuosas.

Segundo fontes uma série destes cais flutuantes será alugado para várias localidades da região costeira, vamos aguardar as publicações.

Confira também no site www.caisflutuantes.com da empresa Infrapar Obras de Infraestrutura Ltda. Consta como cliente da empresa o cais público de Paraty.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Andrei Lara o Colunista Social


Vou fugir dos temas que sempre trato aqui e ressaltar o encontro meio que por acaso, sábado passado aqui em Paraty com o amigo Andrei Lara, a tempo não o via, deste o período que estive a frente da Secretaria de Turismo. Andrei é Colunista Social do Jornal Diário do Vale e Jornal a Cidade, a coluna divulga o que acontece de melhor na área social na região do Costa Verde, a coluna é publicada sempre às quartas feiras e domingo. Andrei também organiza uma feijoada na cidade de Angra dos Reis sempre muito concorrida pela alta sociedade angrense. Quem quiser saber mais sobre Andrei, além de suas colunas, pode se tornar amigo dele no facebook, facebook.com/andreilara, abraços deste amigo, muito sucesso.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Extremo Egoismo por Amauri

Nosso Blog está ultrapassando fronteiras, leia esta postagem click aqui EGOÍSMO EXTREMO - Blog do Amauri.

As empresas que se envolveram com fraudes em licitações na cidade de Bom Jesus dos Perdões, Estado de São Paulo, contratadas por Inexigibilidade de Licitação, são as mesmas que prestaram serviços em Paraty. Conforme relatório da Polícia Federal realizado na Cidade de Bom Jesus dos Perdões, que resultou no afastamento do prefeito e do bloqueio de seus bens, o mesmo relatório afirma que estas empresas pertemcem às mesmas pessoas e foram abertas no mesmo dia, demonstrando assim, que estas empresas estão agindo de ma fé.

Click nos links abaixo, para ver o relatório da Polícia Federal.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

A Ponte Caiu I I




Reforma e construção de muros de contenção nas cabeceiras da Ponte sobre o Rio Carapitanga na localidade do Patrimônio vai custar aos cofres públicos R$ 678.957,73 (Seiscentos e setenta e oito mil novecentos e cinqüenta e sete reais e setenta e três centavos).

Estão lembrados? Se não estão, vou refrescar a memória dos leitores deste blog, é aquela que caiu “ninguém foi responsabilizado” e custou para a Prefeitura R$ 132.283,79 (Centro e trinta e dois mil, duzentos e oitenta e três reais e setenta e nove centavos). É tanta fartura! Perdeu-se a noção de quanto custa as coisas. Para saber mais sobre a ponte que caiu click aqui A Ponte Caiu

A quantidade de recursos dos royalties de Petróleo que entra nos cofres da Prefeitura todo mês, indus esta gestão a gastos exorbitantes, veja quanto entrou nos cofres do município este mês, click aqui  Mais de quatro milhões nos cofres da Prefeitura .
 

Continuo fazendo alguns questionamentos:

Quem vai arcar com os prejuízos da ponte que caiu?

A Prefeitura fiscalizou a obra da ponte que caiu?

Por que o projeto básico modificou tanto?

Mais de quatro milhões nos cofres da Prefeitura


Foi depositado nos cofres da Prefeitura no 2l/07/2011 o valor de R$ 4.807.385,94 (Quatro milhões, oitocentos e sete mil, trezentos e oitenta e cinco reais e noventa e quatro centavos) referente ao repasse dos Royalties do Petróleo.


Considerado como um dinheiro "extra", compensação financeira sem muito esforço, os royalties do petróleo são traduzidos em milhões de reais aos cofres públicos das Prefeituras Municipais. A falta de transparência por parte da Prefeitura torna-se difícil saber o que é feito com o dinheiro arrecadado com o "ouro negro". Somente no este ano de janeiro a julho, a Prefeitura de Paraty já recebeu o valor de R$ 30.464.222,68.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Eu declaro sem medo.

Senti a necessidade de escrever este artigo em resposta aos críticos anônimos de minhas idéias políticas e ao mesmo tempo esclarecer alguns pontos de vista, deste político sem mandato, que faz política comprometido prioritariamente com a causa pública, com as necessidades do povo. Aproveito ainda para informar aos leitores deste blog que não sou candidato nas eleições vindouras.

Por imposição de consciência, pelo compromisso político-ideológico com a causa das transformações da sociedade paratiense, pela crença em um grupo ético e transparente, com disposição para o exercício ético do poder. Declaro-me oposição ao governo que aí está.

Quanto as minhas credenciais não vem carimbada pelo aval de acordos ou acertos duvidosos. Minhas credenciais não têm as manchas da conveniência ou da convivência com a corrupção que está instalada no meio político. Minhas credenciais não têm o carimbo das elites, das corporações, dos grandes interesses por emprego, dos cirandeiros do circulo viciosos do poder.

Minhas credenciais também não trazem anotações que indiquem aprovações unânimes, consensuais, quais sejam os abonadores. Pelo contrário, e eu declaro sem medo, as credenciais de minha vida pública escrevem uma história de conflitos, de enfrentamentos, de combates embates. Fui eleito Vereador por três vezes não porque conciliei interesses genuinamente contraditórios, não porque promovi alianças por natureza excludentes, não porque cedi em princípios éticos e morais.

Minhas credenciais quem as fornece é o nosso povo. Suas dores, suas desesperanças, seus anseios e sonhos. Minhas credenciais têm a marca das ruas e do povo que clama por justiça social.

Essas são as minhas credenciais. A credencial de quem fez e faz política “mesmo sem mandato” prioritariamente identificada com as reivindicações e com os clamores das ruas.

E, em obediência a esses compromissos, não evitei, não tangenciei o contraditório, o conflito. Porque, sem compromisso. Porque, sem rompimento, sem enfretamentos jamais será possível, é a história quem ensina, cumprir um programa justo, ético que beneficie aqueles que realmente precisam de educação, saúde, esporte, segurança e políticas públicas voltadas para geração de empregos através do turismo.

Assim, não penso ser oposição como oportunidade de conciliação de interesses. A realidade paratiense de hoje não admite acordo que adie por mais um período (mesmo que quatro anos) as reformas tão necessárias que Paraty precisa.

A não ser que os que não concordam com o governo que aí está, prefiram acovardar-se e façam o jogo da avestruz, não temos outra saída, porque é a história que exige de nós a intrepidez e o rompimento com a escravidão do poder econômico dos empregos apadrinhados pela prefeitura e com conchavos em marcha do governo instalado.

Precisamos entender a fragilidade da política e da realidade paratiense. Que sem mudanças profundas, verticais, intravenosas não teremos condições, instrumentos eficazes de satisfazer o clamor das ruas. Precisamos entender que não bastam mais decorações, maquiagens, suturas superficiais e enganadoras para erradicar a úlcera da corrupção, da injustiça, da saúde, do desequilíbrio social, do apodrecimento da identidade cultural.

Discursamos todos os discursos que deveriam ser feitos, prometemos todas as promessas que havia em estoque, adiamos todos os rompimentos que deveriam ser rompidos.

Chega! Basta! Está Chegando a hora da verdade. Do verdadeiro, autêntico e ousado político paratiense que não traiu seus compromissos históricos. Esperamos a hora do político paratiense que não esqueceu o caminho da casa do povo. Que não se acomodou em cargos ou funções. Que não repetiu os legionários de Cézar que depois das conquistas, amarfanharam os louros com os pesos de seus corpos cevados na locupletação do poder.

A nossa história, a história de cada eleitor paratiense que não cedeu, que não traiu, que não arriou a bandeira, tem que ser resgatada e exigir as mudanças radicais que tanto Paraty precisa.

Nós somos a maioria. É nossa voz que deve falar.

Por fim, gostaria de reafirmar que a recuperação da imagem pública do político. Que os resgates de seus compromissos não vão ser feitos escondendo nossas opiniões. Isso só pode ser feito com a nossa própria exposição, mostrando a nossa cara, que é limpa, que é saudável, que é forte, que é corajosa. Que é a cara da maioria do povo paratiense. Do contrário, assumir o desgaste, acusar o golpe e se esconder, equivale ao aniquilamento do político honesto. Equivale a sufocar a nossa vocação para o exercício do poder. E essa vocação deve se explicada eleitoralmente com o candidato que acreditamos ter todas estas virtudes.

É à nossa hora, a hora do político compromissado com as causas públicas da cidade de Paraty, e não com seu próprio interesse pessoal.